01/08/2014

Resenha: Divergente - Veronica Roth

Título: Divergente
Autora(a): Veronica Roth
Gênero: Distopia; Ficção juvenil
Editora: Rocco
Nº de páginas: 502
Ano: 2012
Encontre: Skoob
Avaliação: 
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Há um bom tempo foi lançado o terceiro e último livro da trilogia Divergente, intitulado Convergente, e eu não poderia publicar sua resenha sem antes publicar a dos livros anteriores.

A personagem principal se chama Beatrice, mas a partir de certo momento do livro, você passará a chamá-la de Tris. Ainda Beatrice, ela vive na Abnegação com os pais, Natalie e Andrew, e seu irmão, Caleb. A Abnegação é a mais ‘conservadora’ das quatro facções.

Como dito na sinopse, é chegado o dia em que os jovens de 16 anos passam pelo teste de aptidão para saber em qual facção se encaixam. Os personagens têm que tomar um tipo de soro que o faz entrar em simulações através do pensamento. São essas simulações que determinam a qual facção eles pertencem. Durante o teste, Beatrice descobre que é uma divergente. Para os que estão se perguntando “Mas o que é um divergente?”, simples, pode-se considerar o divergente um superdotado, diferente da maioria. No início, eu fiquei muito confuso porque não entendia muito bem o que era um divergente, só sabia que eles podem facilmente controlar as simulações. Só no terceiro e último livro, Convergente, tudo é revelado. Todas as dúvidas sobre como os personagens foram parar ali, o que fez Chicago se tornar uma cidade dividida em cinco facções, e tudo mais.

Voltando a falar sobre a cerimônia de iniciação, a escolha de Beatrice surpreende a todos e ela deixa sua facção e faz o que acha que deve fazer. Após escolher a nova facção, ela passa a ser chamada de Tris. É lá que ela conhece o Quatro (você descobrirá a origem desse nome e quem ele realmente é se ler o livro, porque eu não posso contar). Ao chegar na facção, Tris passa por inúmeras provas para determinar se ficará ou não. Se não, passará a viver nas ruas como uma sem-facção. É a partir daí que a história fica cada vez mais interessante.

Eu diria que a autora do livro criou uma história cativante, bem desenvolvida e com ótimos personagens. Confesso que no início eu estava achando tudo muito chato, mas aos poucos a história vai tomando o rumo certo. Sem falar na “grande” semelhança com a também trilogia Jogos Vorazes, da Suzanne Collins. Na minha opinião, toda essa polêmica é exagero, até porque as duas trilogias são do mesmo gênero, distopia, e são direcionadas ao mesmo público. Apesar de ser um livro de ficção juvenil, Divergente é capaz de agradar todas as idades.

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