26/01/2017

Resenha: O Chamado do Cuco - Robert Galbraith

Título: O Chamado do Cuco
Título original: The Cuckoo's Calling
Autor(a): Robert Galbraith (J.K. Rowling)
Editora: Rocco
Nº de páginas: 448
Ano: 2013
Encontre: Skoob
Avaliação: Ótimo
Quando uma modelo problemática cai para a morte de uma varanda coberta de neve, presume-se que ela tenha cometido suicídio. No entanto, seu irmão tem suas dúvidas e decide chamar o detetive particular Cormoran Strike para investigar o caso. Strike é um veterano de guerra, ferido física e psicologicamente, e sua vida está em desordem. O caso lhe garante uma sobrevida financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais ele mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrias ficam as coisas e mais perto do perigo ele chega. Um emocionante mistério mergulhado na atmosfera de Londres, das abafadas ruas de Mayfair e bares clandestinos do East End para a agitação do Soho. O Chamado do Cuco é um livro maravilhoso. Apresentando Cormoran Strike, este é um romance policial clássico na tradição de P. D. James e Ruth Rendell, e marca o início de uma série única de mistérios.
Oi pessoal, tudo bem por aí? Eu li O Chamado do Cuco exatamente na época em que foi divulgado que o autor, Robert Galbraith, é, na verdade, um pseudônimo da J.K. Rowling. Eu adorei a obra, mas acabei não lendo os outros volumes que foram sendo lançados da série. Uma das minhas metas para este ano é dar continuidade e publicar as resenhas aqui para vocês, mas para isso, eu preciso resenhar o primeiro livro da série antes, então, vamos lá! 

A modelo Lula Landry foi encontrada morta e todas as evidências apontam para um suicídio. Por outro lado, seu irmão, John Bristow, acredita que ela foi assassinada, já que, supostamente, não haviam motivos para ela colocar um fim na própria vida, por isso, ele contrata o detetive particular Cormoran Strike

A vida de Strike está em decadência: ele acaba de se separar, definitivamente, de sua parceria e está afundado em dívidas. Sem ter para onde ir, ele passa a morar em seu escritório, que, por sinal, está um caos. Com pouquíssimos casos, ele não tem dinheiro nem para pagar um(a) assistente, por isso, ele tem contrato com uma agência de empregos que o envia, periodicamente, secretárias temporárias. 

A enviada da vez é Robin Ellacott, uma mulher esperta, eficiente e muito inteligente, que acaba de ficar noiva de seu namorado, Matthew. Apesar de um primeiro contato desastroso com Strike, ela passa a ajudá-lo com o caso, já que seu sonho sempre foi ser uma detetive, como nos filmes que assistia quando era criança.

A partir daí, o detetive mergulha de cabeça no caso e faz de tudo para descobrir quem pode ter tirado a vida da jovem modelo e quais os motivos. 
O que lamentamos é a imagem física que flutua por uma multiplicidade de tabloides e revistas de celebridades; uma imagem que nos vende roupas, bolsas e uma ideia de fama que, em sua morte, provou-se vazia e transitória como uma bolha de sabão. O que realmente nos faz falta, se formos honestas o suficiente para admitir, são as travessuras divertidas dessa garota de boa vida e fina como papel, de cuja existência de quadrinhos marcada por abuso de drogas, vida tumultuada, roupas elegantes e namorado perigoso e errante, não podemos mais desfrutar.
O Chamado do Cuco é uma história e tanto! A escrita do Robert Galbraith/J.K. Rowling é muito gostosa de se ler e flui facilmente, então, eu não me senti entediado em nenhum momento. Antes dessa obra, eu não conseguia imaginar a criadora do universo de Harry Potter escrevendo um romance policial, mas ela é boa em tudo o que faz. 

Os personagens foram construídos com bastante maestria (sabemos que, nesse quesito, a J.K. nunca decepciona, não é mesmo?), principalmente os secundários, que roubam a cena várias vezes. Também é muito interessante ir conhecendo as pessoas que conviviam com Lula e o a maneira como cada um contribui para descobrir a identidade do(a) assassino(a). Uma das minhas personagens preferidas foi, sem dúvidas, a Robin. Sério, ela é sensacional e eu espero que ela tenha mais destaque ainda nos próximos livros. 

Sobre a edição, a Rocco está de parabéns! A diagramação ficou ótima e todos os pontos contribuem para uma boa leitura: fonte simples e em tamanho agradável, ótimo espaçamento e folhas amareladas. A capa também ficou muito linda e eu achei que a ilustração combinou bastante com a história.

Eu recomendo O Chamado do Cuco para todos que adoram um bom romance policial, repleto de mistérios, assim como eu. Confesso que eu consegui adivinhar a identidade do(a) assassino(a), pois eu fico formulando várias teorias, mas, ainda assim, o motivo do assassinato me surpreendeu e a forma como o Strike chegou à conclusão também.

Vale lembrar que a estreia da série televisiva Cormoran Strike, baseada nos três primeiros livros já lançados, está prevista para o segundo semestre de 2017. Nela, teremos Tom Burke no papel principal e Holliday Grainger como Robin.


Fique ligado no Acampamento da Leitura para mais informações e para conferir, em breve, as resenhas dos próximos volumes da série. Beijos, até a próxima!

18/01/2017

Resenha: O Lado Bom da Vida - Matthew Quick

Título: O Lado Bom da Vida
Título original: The Silver Linings Playbook
Autor(a): Matthew Quick
Editora: Intrínseca
Nº de páginas: 256
Ano: 2013
Encontre: Skoob
Avaliação: Muito bom
Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele 'lugar ruim', Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um 'tempo separados'. Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com o pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.
Oi pessoal, tudo bem por aí? Eu li O Lado Bom da Vida pela primeira vez há alguns anos e, recentemente, surgiu em mim uma vontade repentina de relê-lo. Minhas considerações sobre a história são quase as mesmas que tive quando li pela primeira vez, mas pude perceber alguns pontos a mais, que explicitarei aqui na resenha. Então, vamos lá!

Inicialmente, somos apresentados a Pat, que sofre de transtornos bipolares, e acaba de sair de uma instituição psiquiátrica, chamada por ele de “lugar ruim”. O curioso é que ele não consegue se lembrar do que o fez ir parar naquele lugar e a única coisa que ele tem certeza é de que sua ex-esposa, Nikki, está envolvida nisso. Tudo o que ele faz desde o momento em que deixa a instituição é ser exatamente como ela queria que ele fosse durante o casamento, em uma tentativa de reconquistá-la.

Em sua casa, a situação é um pouco complicada: sua mãe o trata como uma criança, até porque, em alguns aspectos, ele age como uma, e a convivência com seu pai vai de mal a pior. Ele volta da reabilitação muito emotivo, e tudo o faz chorar, o que também desperta a ira de seu pai. Depois de voltar para casa, Pat passa a visitar um novo psicólogo, Dr. Cliff. Em seu consultório, existem duas poltronas: uma marrom e uma preta. Pat as usa de acordo com seu humor: marrom se estiver tudo o.k., e preta se estiver algo errado. Os dois se tornam muito amigos, principalmente, quando descobrem que torcem para o mesmo time de futebol americano, o Eagles.

Mais à frente, somos apresentados à Tiffany. Ela é irmã de Veronica, esposa do antigo melhor amigo de Pat, Ronnie. Tiff também sofre com problemas psicológicos e, assim como Pat, seus problemas estão relacionados com o seu casamento, já que seu marido faleceu. A convivência dos dois, no início, não é muito boa, já que ela supõe que Pat quer dela o mesmo que todos os homens: sexo. Depois de se conhecerem melhor, ela propõe a Pat um acordo e, se ele aceitar os termos, ela pode lhe fazer um favor incrível.
“Deus, eu não pedi um milhão de dólares. Não pedi para ser famoso e poderoso. Nem mesmo pedi que Nikki me aceitasse de volta. Só pedi um encontro. Uma única conversa cara a cara. Tudo que fiz desde que saí do lugar ruim foi tentar melhorar — para me tornar exatamente o que Você quer que todos sejam: uma pessoa boa. E aqui estou eu, correndo pelo norte da Filadélfia em um dia de Natal chuvoso... — sozinho. Por que Você nos deu tantas histórias sobre milagres? Por que Você enviou Seu Filho do céu? Por que Você nos deu filmes, se a vida nunca acaba bem? Que merda de Deus é você? Você quer que eu seja infeliz para o resto de minha vida?”
O que mais me deixou curioso, da primeira vez em que li, foi o problema do Pat com o Kenny G. Sério, ele não consegue ouvir uma música do saxofonista sem surtar e isso chega a ser hilário! Quando eu descobri o motivo, fiquei surpreso, pois aquilo não havia se passado na minha cabeça. Eu até imaginei que aquilo poderia ter acontecido, mas eu não relacionei à cisma com o Kenny G. 

O autor criou personagens extremamente cativantes, cada um com suas particularidades. A Tiffany, por exemplo, é maravilhosa e não há como não se apaixonar por ela. Sua ironia é cativante! A ingenuidade de Pat também chega a ser bem divertida. A única coisa que me incomodou, tanto na primeira vez em que li, como na segunda, foi o foco nas partidas de futebol americano. Tudo bem que jogos são essenciais para a recuperação de Pat, mas alguns são tão desnecessários, tão cansativos, sabe? Você pisca e, de repente, lá está o protagonista assistindo mais um jogo dos Eagles. Esse foi o motivo de eu não ter dado nota máxima ao livro. 

A leitura do livro flui facilmente e a escrita do autor contribui bastante para isso. Ao final da leitura, fica a mensagem de que nos momentos mais difíceis da vida, não devemos baixar a cabeça, pois uma hora tudo passa e vamos conseguir sair do “lugar ruim”, assim como Pat. O mais importante é sempre ver o lado bom da vida! Beijos, até a próxima!

P.S.: Vale lembrar que a atuação de Jennifer Lawrence como Tiffany na adaptação cinematográfica de O Lado Bom da Vida a rendeu um Oscar de Melhor Atriz

12/01/2017

TAG: Com certeza deveria

Oi pessoal, tudo bem por aí? Como vocês sabem, eu adoro tags, mas fazia um tempinho que eu não publicava nenhuma aqui no blog. A tag Com certeza deveria consiste em associar cada categoria específica a um livro que você acha que deveria ter tido algo a mais, como, por exemplo, uma continuação. 

A tag foi criada pela Emma, do canal Emma Books, e traduzida pelo Felipe Alisson. Os créditos estarão no fim da postagem. Então, vamos lá! 

1) Com certeza deveria ter uma continuação:
Eu queria muito que a Stephenie Meyer publicasse uma continuação de A Hospedeira. Na época de lançamento, ela até anunciou que se tratava do primeiro volume de uma trilogia, mas até agora não temos nenhuma notícia sobre. Eu achava que o lançamento da adaptação cinematográfica, em 2013, a encorajaria a escrever a sequência, mas não foi bem o que aconteceu.

2) Com certeza deveria ter um spin off 
O Exorcista, do William Peter Blatty, é um dos meus livros favoritos! Acho que todo mundo sabe, mas não custa reiterar, que esta obra deu origem ao incrível filme homônimo de 1973. Eu gostaria muito que o autor lançasse um spin-off da história. Sim, eu assisti à série televisiva The Exorcist, da FOX, e sei que aquele personagem está presente nela (não vou dar spoilers hahaha), mas eu queria mesmo uma nova obra literária escrita pelo Blatty.

3) Com certeza deveria escrever mais livros 
Cadê a Suzanne Collins, gente? Eu espero que ela esteja escrevendo algo tão bom quanto a Jogos Vorazes (uma das minhas trilogias favoritas), que foi seu último lançamento.

4) Com certeza deveria ter terminado com alguém diferente 
Eu não gostei tanto assim de Cidades de Papel, John Green, e o final do livro contribuiu para isso. Eu torcia bastante  por um certo "casal", mas no fim, não aconteceu o que eu esperava e eu fiquei bem decepcionado.

5) Um livro que com certeza deveria ter terminado diferente 
Eu adorei o universo criado pela Lois Lowry em O Doador de Memórias. Por isso, eu esperava uma explicação de como o mundo naquele estado e tudo mais... Só depois de lê-lo, eu descobri que há uma continuação, intitulada A Escolhida, que é bem diferente de O Doador de Memórias. A sequência contém outros personagens, inclusive. Preciso mesmo lê-la para saber se minhas dúvidas serão esclarecidas ou se irei me decepcionar novamente.

6) Com certeza deveria virar filme
Eu li os dois primeiros volumes da série Escola Noturna, da C.J. Daugherty, e adorei! Eu acho que uma adaptação cinematográfica seria muito interessante. Falando na série, a Suma de Letras, pelo visto, a abandonou e não irá publicar os volumes seguintes. Então, terei que lê-los em inglês.

7) Com certeza deveria virar série de TV 
Não é novidade que as adaptações cinematográficas dos dois primeiros volumes da série Percy Jackson e os Olimpianos foram uma decepção. Não é um desejo só meu: a maioria dos fãs anseiam por uma série de TV baseada no universo criado pelo Rick Riordan. Podemos usar como exemplo bem sucedido a série Os Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare, que após um filme decepcionante, deu origem à série televisiva Shadowhunters, que já está em sua segunda temporada.

8) Com certeza deveria ter somente um ponto de vista 
Eu não consegui me lembrar de nenhuma leitura que se encaixasse nesta. Eu gosto muito livros com mais de um ponto de vista e vou defendê-los hahaha. Eu até conferi a minha lista de livros lidos no Skoob várias vezes, mas não consegui encontrar algum que se incluísse aqui. Então, me desculpem!

9) Com certeza deveria ter uma capa diferente 
Eu li, recentemente, Natal Mortal, da Nora Roberts, que foi escrito sob o pseudônimo J.D. Robb, e não gostei nem um pouco da capa. Aliás, as capas de todos os volumes da série não são muito atrativas. Eu sei que a capa não define um livro, mas a série Mortal merecia capas mais bonitas, que fizessem jus à autora incrível que é a Nora.

10) Com certeza deveria ter mantido a capa original
Eu não gosto nem um pouco da capa da edição que eu tenho de O Cemitério, do Stephen King. A capa da primeira edição do livro, em inglês, é bem mais interessante (clique aqui para conferir). Aliás, nenhuma das edições lançadas no Brasil do livro têm a capa bonita. Algumas vezes, as edições lançadas no Brasil tem capas mais bonitas que as edições originais, como, por exemplo, as capas da edição brasileira da série As Crônicas de Gelo e Fogo, do George R. R. Martin, que são lindas, mas este não é o caso de O Cemitério.

11) Com certeza deveria ter parado no primeiro livro
Olha, eu adorei Divergente, da Veronica Roth, mas o final do último volume, Convergente, me decepcionou tanto, que poderia ter parado no primeiro livro. Sério, eu adorei a trilogia, mas aquele final... Foi realmente frustrante, infelizmente.

Enfim, espero que vocês tenham gostado da tag! Eu adorei respondê-la e já anotei mais algumas para responder em breve. Se você quiser respondê-la, sinta-se à vontade e não esqueça de avisar aqui nos comentários, pois eu adorarei conferir as suas respostas. Beijos, até a próxima!

Créditos: 
Vídeo original (Emma Books): http://youtu.be/hij7lxWcBAY
Tradução (Felipe Alisson): http://youtu.be/6659uPMzbqI

06/01/2017

Desafio Literário 2017


Oi pessoal, tudo bem por aí? 2017 já chegou e todo início de ano é tempo de planejar as leituras "obrigatórias" dos próximos meses. Eu nunca havia participado de um desafio literário e esse ano eu  resolvi participar e fazer o meu próprio. Quem quiser participar também, sinta-se à vontade.

Isso não significa que eu lerei apenas os quatorze livros listados aqui durante o ano, claro que haverão inúmeras outras leituras. Estas são apenas as que eu escolhi para completar o desafio. Enfim, vamos lá!

1. Uma trilogia/série
Eu vou, finalmente, ler a trilogia As Peças Infernais. Eu nem sei o porquê de ter adiado tanto assim, já que eu adoro a Cassandra Clare. A trilogia é composta por Anjo Mecânico, Príncipe Mecânico e Princesa Mecânica. A história é uma prequela de Os Instrumentos Mortais, que eu já li há alguns anos e adorei.

2. Uma biografia
Eu adoro biografias e fiquei muito em dúvida sobre qual incluir nesta categoria. Acabei escolhendo 3096 Dias, da austríaca Natascha Kampusch, que passou mais de oito anos em cativeiro, sendo submetida a inúmeros tipos de abusos físicos e psicológicos. É uma história muito triste que, infelizmente, é verídica.

3. Um clássico da literatura brasileira
Para esta categoria eu escolhi Memórias Póstumas de Brás Cubas, do Machado de Assis. Sim, eu ainda não li esse clássico nacional e considero isso um pecado, por isso, incluí a obra no desafio.

4. Um clássico mundial
Quem não conhece Orgulho e Preconceito, da Jane Austen, não é? E mesmo que não conheça, acho que todo mundo já ouviu falar da história ou até mesmo da adaptação cinematográfica. Esta obra é um clássico que ultrapassa gerações e tenho certeza que não me arrependerei de ler.

5. Que foi escrito por uma mulher
Victoria Aveyard conquistou o mundo com o seu livro de estreia, A Rainha Vermelha. Eu já li muitas resenhas positivas sobre ele e muitas pessoas o incluem em suas listas de melhores leituras, então, mal posso esperar para lê-lo.

6. Uma releitura
Foi muito difícil escolher apenas um para esta categoria, pois eu fiquei em dúvida entre vários dos meus livros favoritos. O escolhido foi Extraordinário, da R. J. Palacio. É uma história muito encantadora e emocionante, então, mal posso esperar para lê-lo novamente. Sem falar na adaptação cinematográfica que irá estrear em maio deste ano, que tem a incrível Julia Roberts como a mãe do protagonista Auggie, interpretado pelo Jacob Tremblay.

7. Que tenha mais de 500 páginas
Eu escolhi A Fúria dos Reis, do incrível George R. R. Martin, para esta categoria. A obra é o segundo volume da série As Crônicas de Gelo e Fogo, que foi adaptada para a TV, dando origem à minha série televisiva preferida, Game of Thrones, da HBO. Eu já li o primeiro livro e fiquei apaixonado pela escrita do autor e pela riqueza dos detalhes. A série televisiva é bastante rica, mas os livros são incomparáveis!

8. Que foi adaptado para o cinema
Eu vou ler O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares, do Ransom Riggs, antes de assistir à adaptação cinematográfica, por isso não assisti enquanto esteve em exibição nos cinemas. Eu comprei o livro há algumas semanas e não o li ainda, então, o incluí aqui no desafio. Parece ser uma história muito rica e gostosa de se ler. O Lar das Crianças Peculiares (título da adaptação cinematográfica no Brasil) estreou em setembro do ano passado e conta com a maravilhosa Eva Green no elenco principal e Tim Burton na direção.

9. Publicado este ano
Eu mal posso esperar pelo lançamento de Origin, do Dan Brown, que é um dos meus autores preferidos. A capa oficial ainda não foi divulgada, mas a data de lançamento sim: 26 de setembro de 2017. Eu estou muito ansioso, afinal, é o quinto volume da série sobre o professor de simbologia Robert Langon.

10. Que tenha pessoas na capa
E aqui vai mais uma obra de um dos meus autores preferidos, desta vez, do Harlan Coben. Não Fale Com Estranhos foi lançado ano passado e eu não cheguei a lê-lo ainda. Eu considero o Coben um autor sensacional, que consegue prender a minha atenção do início ao fim.

11. Um livro de contos
O Stephen King também é um dos meus autores favoritos e eu não podia deixar de incluí-lo no desafio. Eu adoro contos e quando eles são de um dos meus gêneros preferidos, me agrada mais ainda. Ao Cair da Noite é uma coletânea de treze contos de horror que eu mal posso esperar para ler!

12. Um livro que você abandonou
Até agora, eu abandonei pouquíssimos livros, pois eu não gosto de abandonar uma história, mesmo que ela esteja ruim. Mas Cinquenta Tons de Cinza, da E. L. James, foi um dos que eu acabei abandonando na metade e eu já falei sobre isso algumas vezes em tags aqui no blog. Vou dar mais uma chance a esse fenômeno de vendas e conto para vocês o que achei.

13. De um(a) autor(a) com a inicial do seu nome
Eu escolhi uma obra da da Gayle Forman, para esta categoria. Eu Estive Aqui tem a premissa bem interessante, pois envolve romance e mistério. Como eu já li Se Eu Ficar e adorei, espero gostar dessa obra também.

14. Uma indicação de um(a) amigo(a)
Meu amigo me indicou Herdeiros de Atlanta, primeiro volume da trilogia Filhos do Éden, do brasileiro Eduardo Spohr (mesmo autor de A Batalha do Apocalipse). Eu achei a premissa bem interessante e espero gostar da história assim como ele gostou.

Então, estas foram as minhas escolhas! Eu não vou lê-los na ordem descrita ou todos de uma vez, pois, como eu disse, a intenção é lê-los durante o ano. Qual seria a graça de ler todos de uma vez e completar o desafio tão rápido assim, não é mesmo? Além do fato de haverem inúmeras outras leituras que não estão inclusas no desafio.

Se você quiser participar desse desafio também, sinta-se à vontade! É só usar a imagem do início da postagem com as categorias e me avisar aqui nos comentários, pois eu ficaria muito feliz de conferir as suas escolhas também. Beijos, até a próxima!
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